Naquele verão, minha mente e meu corpo foram absorvidos pelos velhos. A baba do velho era muito grossa e seu pau cheirava mal, mas também era cativante vê-lo me querendo desesperadamente. Para não ceder ao calor do homem ou ao calor do verão, lambi-o desesperadamente, balancei o quadril e continuei me sentindo molhada. O sabor inesquecível da saliva do meu tio. Um verão amargo onde ignorei meu dever de casa e me diverti muito com os velhos. Aquela cena que vem à mente todos os anos quando chega a estação quente...