Minha irmã mais nova, uma estudante do ensino médio que geralmente me ignora completamente, estava cochilando com uma roupa bem indecente. Eu conseguia ver o que havia por baixo da sua saia completamente vulnerável: suas coxas brancas e rechonchudas, e os pelos que escapavam por baixo da calcinha branca. Sem nem perceber, a vi e não consegui evitar encará-la, tão vulnerável e crua. Seus lábios estavam entreabertos, convidativamente, e seu volume tímido era visível através da blusa. Depois que comecei a reparar, não havia mais fim...