Ao sairmos da catraca da Estação Otsuka, Luna acenou levemente. Disse que era sua primeira vez na cidade e seus olhos percorreram o ambiente nervosamente. Ela deveria estar acostumada com a agitação de Shibuya, mas ali parecia estranhamente quieta, quase deslocada. Quando sorria, seus olhos se estreitavam. A cada sorriso, a timidez anterior desaparecia e uma leveza condizente com sua idade emergia. Seu cabelo estava num tom próximo ao loiro. Parecia que tinha sido preto até recentemente. Quando perguntei por que havia mudado a cor, ela simplesmente disse: "Só porque sim", e sorriu vagamente. Pensei que ela fosse o tipo de pessoa que não busca razões para mudar. Ela disse que trabalha em um izakaya (bar japonês). Deu a justificativa prática de que podia fazer o que quisesse com as unhas e o cabelo, mas ao mesmo tempo, acrescentou que também gostava de beber. Disse que ficava alegre quando bebia, mas já estava bastante animada mesmo agora. Parecia que a maioria das pessoas com quem ela havia namorado no passado eram sérias. Ela disse que namorou um homem de quase quarenta anos, como se fosse a história de outra pessoa. Disse que tudo começou quando ela o abordou primeiro. Quando perguntei por quê, ela simplesmente respondeu: "Porque você faz meu tipo". Quando ouvi que tricotar era seu hobby, fiquei sem palavras por um instante. A imagem de seus dedos finos manuseando fios não me vinha à mente quando pensava na mulher à minha frente. Mas suponho que essas inconsistências sejam o que definem uma pessoa. Ela continuou falando sem parar. Disse que se candidatou porque estava interessada, como se não fosse nada demais. A curiosidade superava a hesitação em sua voz. Quando entramos na sala, tudo ficou em silêncio. A leveza com que ela estava tão despreocupada momentos antes parecia ter desaparecido. Ela disse que sua primeira experiência foi depois dos vinte anos. Baixou um pouco o olhar e disse que havia levado uma vida séria até então. Só posso imaginar o que essa vida "séria" significava para mim. A barra de seu vestido curto balançou com um pequeno atraso enquanto ela se movia. Intencionalmente ou não, sua roupa íntima estava quase à mostra. Fiquei sem palavras diante de sua vulnerabilidade. Quando apontei a câmera para ela, ela recuou um pouco. Mesmo assim, não me rejeitou completamente. Havia uma mistura de timidez e aceitação nela ao mesmo tempo. A renda rosa e preta era obscena. Sua felatio, como ela mesma disse, sua boca era uma zona erógena, um prazer que ia além das preliminares. Ela emitia sons enquanto olhava para a câmera. Quando me remexi, ela estreitou os olhos de forma adorável. "Sou S e M", disse Luna, analisando a si mesma. Não havia mentira nessas palavras. Ao inserir meu pênis ereto em sua vagina já úmida, o sorriso diabólico em seu rosto, que me provocava momentos antes, transformou-se instantaneamente no de uma mulher. Loira, mas seu hobby é tricô, S e M. Eu queria ver mais desses contrastes nela, então continuei a penetrá-la por um longo tempo.