Do nascer ao pôr do sol, Kanamatsu Toho foi consumida por ondas de prazer. Após quatro horas de orgasmos contínuos, sua vagina foi levada ao limite, e após seis horas de jatos contínuos, estava completamente exausta. Já haviam se passado mais de oito horas, e tanto o "tempo" quanto "ela mesma" haviam se dissipado. Antes que um orgasmo pudesse terminar, a próxima onda de prazer a atingia. Suor e respiração se entrelaçavam, dopamina e endorfinas eram liberadas continuamente em seu cérebro, e seu clitóris...