“Por favor, me ajude!” Sumire, voltando para casa depois das compras, ouviu uma voz pedindo ajuda de uma fábrica que passava. Havia um amigo do meu filho que estava algemado e não conseguia se mexer. Parece que ele é vítima da travessura de seu filho. “A chave está amarrada ao meu pau.” Sumire fica intrigada com as palavras do amigo de seu filho. Para resolver o assunto pacificamente, não tenho escolha a não ser abaixar as calças. Sumire testemunha o galo em plena puberdade que erigiu violentamente.